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Faltam trens, caminhões e instalações para abate equipados com gás letal e blindagem interna. A maneira encontrada por eles para superar essas dificuldades é o abate artesanal em campo, tiro a tiro, palestino a palestino. "É cansativo, mas compensador", declarou um jovem soldado iraelita. "Fazer o trabalho com as próprias mãos é muito gratificante e por outro lado economizamos para Irael, pois assim não precisamos transportá-los do Gueto para Campos de Concentração e nem comprar todas as máquinas que seriam necessárias só para isso, inclusive aquelas para cavar imensas valas comuns, pois abatendo-os no Gueto mesmo, logo depois do abate os próprios palestinos fazem o serviço de limpeza" (enterrar os corpos).
"Há pouco nos acusaram de matar civis não palestinos em um navio que invadiu nosso mar - só a praia é de Gaza, para que eles possam tomar banho, o mar é nosso! Ora, se invadiu nosso mar, não importa se eram civis, freiras, enfermeiras ou crianças. Além disso estavam fortemente armados, com milhares de unhas e dentes, e iam levar suprimentos para os palestinos, que caso os recebessem conseguiriam caminhar, e até correr, e assim dariam mais trabalho para abatê-los. São todos terroristas, isto sim!"
"Ontem abati meia dúzia de palestinos que estavam tentando fugir do Gueto num caíque, ehr...quer dizer, estavam tentando invadir Irael." [...] "Não, não estavam pescando, pois também estavam fortemente armados com unhas e dentes e usavam trajes de mergulho"
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